
Os treinadores dos animais deixam os cães passar fome muitas vezes por vários dias, somente com água e comida até visível, mas fora do alcance do animal.
A comida citada em questão são coelhos, gatos e cães menores. Pois quando o cão ‘lutador’ está desesperado com muita fome e sede, o treinador do cão deixa que ataque a presa.
Cães sem raça definida ou até mesmo Pit Bulls que nunca foram treinados, são usados para treinar o cão que irá lutar. Segundo a Sociedade Americana para Prevenção de Crueldade dos Animais, perto de onde ocorre as rinhas, se vêem corpos de outros cães, que acaba sendo feridos até morrer e sendo abandonados depois à sua própria sorte.
É uma crueldade que envolve vários outros animais, além dos cães é claro, que entram nas brigas.

Os lugares são:
- Garagens;
- Casas abandonadas;
- Ferro-velho;
- Galpão;
- Porões;
- Sítios e fazendas.
E não vá se enganando pensando que não tenha lugares com uma boa estrutura e luxo que não vão acontecer as rinhas. Pelo contrário, há lugares fechados, sigilosos onde movimenta-se muito dinheiro sob uma área cruel, sangrenta e criminosa.

Os animais são obrigados a brigar, até que um dos galos morra ou o dono desistir se os ferimentos forem muito graves.
Geralmente as pessoas que se envolvem em rinhas, na sua maioria tem um passado de atitude violenta ou criminosa com relação à pessoas.
Outro fato também que não é raro as pessoas que se envolvem em rinhas levar crianças para ver as lutas.
Muitas vezes os animais feridos gravemente são abandonados pelos seus donos depois da rinha de galos, porque os gastos com a recuperação dos animais são altamente caros. Por isso, ajudar os animais não lhes interessa.
Créditos:
www.wspabrasil.org/

Os dois machos que estão sendo estimulados pelos seus donos disputam uma fêmea até a morte, e por incrível que pareça, o vencedor da rinha não fica com ela. Então, ele é preparado para a próxima luta novamente.

Estes animais, estão sempre com algumas lâminas de metal afiadas na altura das esporas. Como sempre, os galos são forçados a se combater até a morte para deixar satisfeitos sempre as pessoas que apostam nos seus galos. E se correr do duelo, cair por nocaute, ou simplesmente quebra a asa ou pata, perde na hora.
Está mais do que provável que estes galos de briga só brigam na natureza só pra defender o seu território, e só reagem é claro do mesma maneira que aprendeu com seu dono pois não tem escolha.
Créditos a www.wspabrasil.org

Os dois cães são colocados para começar a briga. A luta desses cães só acaba quando por acaso o dono do cão desiste. Porém nesses combates tem um tipo de luta chamada “Till Death Us Part” (Significa até que a morte nos separe). Ou seja, a luta acaba quando um dos cães morrem. Na verdade o Cão de Rinha não deixa de ser um cão comum, mas foi ‘treinado pra lutar sendo estimulado’ desde pequeno, para lutar com outro cão, é claro que um cão não tem escolha; somente aprendeu o que o dono ensina. Não adianta culpar o cão pelas atitudes do homem significa o mesmo que ser condenado à prisão, como uma arma sendo usada em um crime.
O que caracteriza os Cães de Rinha:
- As orelhas são muito curtas, às vezes é até amputada.
- Muitas feridas, e machucados frequentes.
- Várias cicatrizes na cabeça, orelha, pescoço e pernas.
- Cicatriz de pontos levados pela rinha e lacerações
- Feridas com sangramentos.
Veja mais no WSPA Brasil;
http://wspabrasil.org/
Uma ONG que cuida do bem-estar animal e contra os maus tratos de animais.